Enfermeira vira paciente e recebe cuidados de menina de quem cuidou 25 anos atrás

Foto: Froedtert & the Medical College of Wisconsin
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Foto: Froedtert & the Medical College of Wisconsin

Apesar de ter cuidado de milhares de pacientes durante sua carreira hospitalar, a enfermeira norte-americana Lynn Bartos, de 66 anos, sempre pensou qual teria sido o destino de Nini, uma garotinha a quem ela cuidou há 25 anos. A criança teve o intestino torcido logo após o nascimento e o órgão foi removido quase inteiramente. Com a digestão prejudicada, essa criança precisou ser alimentada por via intravenosa pela enfermeira de 38 anos à época.

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“Todo médico ou enfermeiro tem histórias ou pessoas a quem ele se conecta mais. A gente se pergunta se a pessoa gravemente doente se curou, se nosso trabalho fez alguma diferença na vida daquela pessoa”. disse Lynn ao portal norte-americano Today.com. O modo como Lynn descobriu qual foi a destino da pequena Nini não poderia ter sido mais singelo.

Nini é o apelido de Nicole Krahn, uma enfermeira do Froedtert & the Medical College of Wisconsin, no estado norte-americano de Milwalkee, o hospital onde Lynn ainda trabalha e hoje recebe cuidados por conta de duas doenças autoimunes. Numa das visitas para tratar seu problema de saúde, Lynn percebeu que havia algo de familiar na enfermeira que cuidava dela. Para a enfermeira, também havia algo de diferente naquela paciente idosa.

A enfermeira mais jovem perguntou para Lynn onde ela havia trabalhado. A senhora respondeu que a maior parte da carreira aconteceu no Children’s Hospital of Wisconsin, durante os anos 1980. Conversando, elas entenderam o porquê de tudo soar tão estranho: Lynn foi a enfermeira que havia cuidado daquela criança com problemas gastrointestinais 25 anos atrás.

“Talvez você não se lembre, mas eu cuidei de você quando você era pequena”, disse Lynn para Nicole. Ambas ficaram perplexas com a coincidência e com o fato dos papéis agora estarem trocados. O carinho de Lynn inspirou Nicole a se tornar enfermeira. Ela ainda luta com problemas alimentares e absorção de nutrientes, mas leva uma vida normal. Para Lynn, “ter a chance de reencontrar Nicole soa como um presente da vida”. História linda, né?

Foto: Children Hospital of Wisconsin
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Foto: Children Hospital of Wiscousin

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Charles

Jornalista desde 2001. Já cobriu Economia, Meio Ambiente e Tecnologia, com passagem pela Agência USP de Notícias, jornal DCI, MSN, UOL e Yahoo. Já foi correspondente internacional do site Opera Mundi. Mestre em Jornalismo pela USP, dá aula sobre Informação e Novas Mídias na ECA/USP e é fascinado pelas novidades que aparecem na internet.

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